Pessoal,
O Advertising está de férias por um tempinho, já que estou com outro blog mais completo em parceria com uma grande amiga.
COnfiram o 4por-2;blogspot.com por lá filmes, músicas, séries e muito mais!
Voz impecável, estilo engomadinho inconfundível, ele faz parte dessa nova geração do jazz ‘pós Bublé’, ele é Leon Jackson e o um dos meus mais novos vícios.
Leon nasceu em Withburn, Escócia e foi o vencedor da quarta edição do reallity britânico X-Factor em 2007, uma espécie de American Idol inglês. Antes de se tornar famoso o garoto era um simples vendedor de uma das lojas da Gap e até então nunca havia pensando em ser cantor, apesar da excelente voz. Leon estava mesmo pensando e se preparando para ir para a Universidade de Edinburgh Napier estudar arquitetura.
Seu interesse por música foi despertado depois de ganhar um dos álbuns do Michael Bublé, segundo Jackson um de seus heróis. Depois disso o rapaz, que sempre foi fã de jazz, passou a cantar músicas que mais o agradavam e para aprimorar cantava em karaokês ou debaixo do chuveiro.
O cara é tão bom que o próprio Bublé ficou impressionado com seu talento que o convidou para cantar junto com ele, além disso, Leon na final do X-Factor fez um dueto com ninguém menos do que a Kylie Minougue, um dos grandes nomes da música australiana.
Assim, depois de bater dois candidatos nada mal e obter a vitória, Leon assinou com a Syco Records e a Sony BGM para lançar seu primeiro álbum. Porém antes do álbum foi lançado o single ‘When You Believe’, música tema da animação Príncipe do Egito e originalmente cantada pela Mariah Carey e a sensacional Whitney Houston, e que Leon cantou na final do reallity. O single chegou facilmente ao primeiro lugar em praticamente todas as paradas da Inglaterra.
Aproveitando todo o sucesso de When You Believe, Leon lançou seu primeiro álbum, o ‘Right Now’, que levou disco de ouro na Inglaterra e platina na Irlanda. O disco é um primor! E a leve influência de Michael Bublé no estilo de cantar é visível, claro que também há influência de outros cantores do gênero. É difícil escolher quais são as melhores faixas, uma vez que o disco álbum todo é uma delicia de ouvir, mas chamam atenção as faixas: ‘Don’t Give up’, um bonus track impossível de não se apaixonar, ‘Caledonia’, uma faixa pra ouvir deitado relaxando que começa com um violão adorável, ‘Creative’, simplesmente contagiante, com toques de rumba e talvez a faixa que mais lembre uma das faixas do Michael Bublé e ‘Stargazing’, que só consigo descrever como uma bela canção, sugiro ouvir para cada um tirar sua própria conclusão.
Ainda merecem destaque as faixas ‘Fingerprints’, uma das minhas favoritas e que considero a melhor desse trabalho tanto pela letra, quanto pela sonoridade, ‘Don’t Call This Love’, que abre com chave de ouro o álbum e que foi o segundo single lançado e ‘Ordinary Days’, outra favorita desse trabalho que é super encantadora, com vocais e instrumentação que dispensam maiores elogios.
Entretanto apesar de ter destacado apenas algumas, o álbum é digno de atenção do começo ao fim, pois as demais faixas não deixam a desejar. Volto a repetir, o álbum é um primor!
Bom, para quem gosta desse estilo sem dúvida vale muito à pena conferir o grande trabalho do Leon Jackson em seu primeiro álbum. Mas se você não curte, confira mesmo assim, quem sabe você não acaba gostando de ao menos uma música heim?!
Ah, falar do Michael é sempre uma coisa muito gostosa, já tive o privilégio de ir a um show dele quando esteve por aqui e só posso dizer: o cara manda muito bem mesmo. E claro, não poderia deixar de fazer um álbum incrível e adorável, o ‘Crazy Love’, um dos meus favoritos dele. O ‘Crazy Love’ é o quarto álbum de Michael gravado em apenas seis meses nas cidades de Los Angeles, Nova York e Vancouver produzido por David Foster, Humberto Guatica e Bob Rock. O próprio Michael descreve o álbum como sendo uma gravação sobre essa inevitável montanha-russa que são os relacionamentos. O álbum conta com 12 faixas e mais um bônus track, duas faixas são originais e as demais regravações de clássicos do jazz, blues e até do rock. Mas não se precipite em achar que o álbum peca pela falta de originalidade, pois é um engano. A voz marcante, característica de Michael,junto a arranjos muito bem trabalhados tornam tudo bem original, mesmo sendo regravações. E as músicas inéditas, ‘Haven’t Met You Yet’ e ‘Hold On’ se encaixam tão perfeitamente na álbum que parecem já ter nascido como clássicos. Nesse trabalho viciante merecem destaque faixas como: ‘Wherever It Takes’, que conta com a participação de Ron Sexsmith, ‘All of Me’, uma das canções mais gravadas do século XX, ‘Hold On’, uma das originais que é apaixonante, ‘All I Do Is Dream Of You’, regravação de 1934 e a faixa título ‘Crazy Love’, outra regravação, dessa vez de Van Morrison. Certamente é um álbum que merece ser conferido do começo ao fim, principalmente se você é fã de um bom jazz.
Depois de um tempinho sem escrever por questões acadêmicas (É a facul andou me tomando muitooo tempo), estou de volta e para falar de vizinho nosso. Mexendo nos meus DVDs eis que me deparo com o divertido Emmanuel Horvilleur. Emmanuel nasceu em Buenos Aires, isso ai, o cara é um hermano, e começou muito cedo na música, aos 13 anos já entrava em estúdio para gravar “El mono tremendo” do Pechugo. Alguns nos depois, nos anos 90, junto com Dante Spinetta, Emmanuel formou a conhecida banda ‘Illya Kuryaki and the Valderramas’, considerada um dos principais expoentes do funk, hip-hop, soul, acid jazz e rock alternativo na Argentina. Infelizmente a banda acabou em 2002, mas Emmanuel seguiu em carreira solo e já em 2003 lançou seu primeiro álbum solo o ‘Música y Delirio’. O álbum conta com 15 faixas todas assinadas e produzidas pelo próprio Emmanuel que começou as primeiras gravações ainda em meados de 2001 e claras influências do funk e do rock. Merecem destaque o primeiro single e sucesso ‘Soy tu Nena’, ‘Hermano Plateado’ e ‘Té de Estrellas’ que mostra muito a veia funk de Emmanuel. Claro que as outras faixas não deixam a desejar, chamam atenção a funk com pitadas de rap ‘No!’, que soa um pouco estranha no começo, mas logo os ouvidos se acostumam e ‘Otra Virgem’, um tipo de balada romântica com um violão super convidativo. Em 2004 foi lançado o segundo trabalho de Emmannuel, o ‘Rocanrolero’, com influências maiores do rock clássico e menos do funk e do rap. O álbum conta com 14 faixas todas produzidas e em maior parte assinadas novamente pelo cantor, além de participações do guitarrista Botafogo e de seu ex parceiro Dante Spinetta. Algumas faixas merecem destaque como a super rock n’ roll ‘Otro Fantasma’, ‘Nueva Ola’, com um arranjo de guitarras que lembram um pouco o rock a La Elvis e animada ‘Asesino’. São dignas de atenção também a calma ‘Onda’, a divertida ‘Fan’ que ganhou destaque fazendo parte da comedia argentina "Soy tu fan", protagonizada por Dolores Fonzi e ‘La Nave’, que soa como uma balada romântica. Dois anos depois de ‘Rocanrolero’, foi a vez de ‘Mordisco’, terceiro álbum de Emmanuel lançado em 2007. Um dos meus favoritos, confesso. O álbum vencedor de um Gardel por melhor álbum masculino pop é uma delicia, conta com 11 faixas divertidas e sensuais em meio ao estilo rock, eletrônico e funk, tudo isso na medida certa. Merecem destaque o primeiro single ‘Radios’, onde Emmanuel solta toda sua insatisfação com o mainstream junto a uma melancolia um tanto irônica sobre um som que não existe, a baladinha ‘Llamame’ e ‘19’, balada adorável que conta com a participação do Gustavo Cerati. Outras faixas também merecem destaque como ‘Tu Hermana’ que chama atenção pala letra e melodia - uma das minhas favoritas - ‘Pago La Noche’, que abre muito bem o álbum e ‘Tu Estado’, uma balada tão adorável que dispensa maiores comentários. E em Junho de 2010, Emmanuel lançou seu mais recente trabalho, o quarto da carreira o ‘Amor en Polvo’. O álbum conta com 13 faixas mais uma vez todas produzidas pelo próprio Emmanuel e misturam elementos do funk, Pop rock e música eletrônica. Chamam atenção o primeiro single ’12:30’ que tras um pouco do estilo da década de 80, ‘Amor Loco’ que conta com a participação da brasileira Ana Cañas, a faixa é simplesmente deliciosa, e ‘Quemado del Amor’, que só pelo nome dá para sacar que fala de amor, não?! Claro que outras faixas merecem destaque como ‘El Lento’, balada soul com guitarras e um piano Rhodes que conta uma história romantica e a inusitada ‘Polvo de Amor’ que é apenas instrumental e faz uma brincadeira e referência ao vinil, indicando que o lado A acabou. Para quem curte ese estilo de música, vale muito a pena conferir o som do Emmanuel Horvileur. O cara se inventa e re-inventa o tempo todo, trazendo sempre algo de novo em seus trabalhos. Mas se você não curte, ouça mesmo assim, vai que o estilo inusitado de Emmanuel não te conquiste nem que seja com uma música, heim?!
A californiana que conquistou o mundo, com jeitinho de menina da praia, apresento-lhes Colbie Caillat. Colbie nasceu na Califórnia e é filha do produtor Ken Caillat que trabalhou com grandes artistas como Fleetwood Mac e Alice Cooper. Por seu pai trabalhar no meio musical ela teve contato muito cedo com a música e assim passou a ter aulas de piano quando criança. Mas o talento musical só aflorou mesmo na adolescência, quando ela passou a compor algumas músicas e a cantar. Colbie tentou duas vezes entrar para o American Idol, na primeira vez foi rejeitada na pré-seleção pelos juízes, na outra foi selecionada para show e cantou sua canção original ‘Bubbly’, mas foi rejeitada mais uma vez. Entretanto a garota não desistiu e aceitou a decisão dos jurados dizendo: ‘Eu estava com vergonha, estava nervosa. Não olhei para o maior. Eu não estava preparada para isso ainda. ’ Apesar de ser filha de produtor musical, o início da carreira não foi nada fácil. Sem contrato com uma grande gravadora, a garota colocou algumas músicas no MySpace, inclusive ‘Bubbly’ e não demorou muito ela começou a fazer sucesso com a cara e coragem e a força, chamando a atenção da Universal Music. Então em 2007, depois de assinar com a Universal Music, Colbie lança seu primeiro álbum, o ‘Coco’. O nome do disco se refere à própria Colbie, pois é um apelido que seus pais lhe deram na infância. O álbum é composto por 12 faixas que trazem o melhor da combinação do folk com pop rock, resultando num trabalho fantástico e encantador. Merecem destaque as faixas ‘Bubbly’, primeiro single que se tornou sucesso logo de cara, ‘Realize’, a balada romântica mais adorável desse disco, o terceiro single ‘The Little Things’, que ganhou versão francesa e a faixa ‘Oxygen’, que abre o álbum com chave de ouro. Claro que as outras faixas não deixam a desejar, chamam atenção também ‘Midnight Bottle’, que fez parte da trilha sonora da novela global Três Irmãs, como estava no Brasil para uma série shows, Colbie acabou participando de dois capítulos da novela cantando a música com sua banda em uma praia. A adorável ‘Fellings Show’ e a romântica ‘Magic’, detaque para a Piano Version encontrada na edição deluxe inglesa do álbum. Depois do enorme sucesso com o álbum de estréia, em 2009 Colbie lançou seu segundo álbum, o ‘Breakthrough’, em que cantora trabalha com diversos cantores e produtores famosos como Rick Nowels, John Shanks e a jurada do American Idol, Kara DioGuardi. O disco conta com 12 faixas, assim como o primeiro, entretanto a maturidade sonora do trabalho é clara e pode ser notada com a simplicidade harmônica dando lugar a arranjos mais trabalhados e o romantismo perdendo um pouco de espaço para uma temática mais madura nas letras. Merecem destaque o primeiro single ‘Falling For You’, balada que segundo Colbie fala sobre quando alguém se apaixona por um amigo, a deliciosa e grande sucesso ‘Lucky’, que conta com a participação do Jason Mraz, ‘I Never Told You’, uma das mais lindas do álbum, para não dizer da carreira da garota e ‘Fearless’, que possui um piano lindo e é a faixa mais diferente do álbum, por ter pitadas de R&B, uma das minhas favoritas. Vale a pena chamar atenção ainda para faixas como a adorável ‘You Got Me’, ‘Breakin’ At The Cracks’, faixa super tranqüila, com um violão delicioso de ouvir, além da voz suave de Colbie e ‘Droplets’ que dispensa elogios e que conta a participação do Jason Reeves. No entanto as demais faixas não deixam a desejar e merecem serem conferidas. E praticamente depois de quase dois anos, Colbie se prepara seu terceiro álbum, que já possui nome definido o ‘All Of You’, que está previsto para ser lançado no próximo três de maio. Mas o primeiro single ‘I Do’ já pode ser conferido em algumas rádios e na internet. Para quem gosta desse estilo, sem dúvida vale muito à pena conferir o som da Colbie, a voz e violão suave que marcam seu trabalho. Mas se você não gosta, confira mesmo assim, você pode gostar de alguma música. Sem contar que sempre vale à pena ampliar os horizontes.
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Simples,sem meios termos. Futura jornalista,autora de blog,colunista do PL,compositora de meia tigela,viciada em música e clipes,tudo isso e um pouco mais.